sexta-feira, 13 de abril de 2012

Classe C já tem mais casas de veraneio que classe A


Pesquisa do Data Popular revela que 37% das casas de temporada pertencem a famílias com renda média de 2.374 reais

Casa de Praia

São Paulo - Depois de conquistar a casa própria, a nova classe média brasileira agora realiza o sonho de ter um imóvel de veraneio. Segundo pesquisa do Instituto Data Popular, os brasileiros com renda média domiciliar de 2.374 reais já são donos da maior parcela das casas de praia e de campo no Brasil – 37,1% dos imóveis pertencem à classe C.
O levantamento mostra que a classe C possui 1,46 milhão de casas e apartamentos de temporada, mais que a classe A (1,25 milhão) e que a classe B (1,23 milhão). 
A economia aquecida tem impulsionado muitos brasileiros a comprar sua segunda casa, diz o instituto. Enquanto o número de casas e apartamentos de veraneio no Brasil cresceu 46% na última década, o total de residências no país avançou 24% no período.
O Brasil tem hoje quase 4 milhões de casas e apartamentos de veraneio. O número representa cerca de 7% do total de moradias do Brasil, que é de 57 milhões. Dez anos atrás, o Brasil tinha 2,7 milhões de imóveis de veraneio e um total de 45,8 milhões de residências.
Segundo a pesquisa, Porto Alegre, Curitiba e São Paulo são as capitais com maior número de pessoas que possuem casas de veraneio.

Preços da construção civil variam 0,37% em março, diz FGV


O índice sofreu uma ligeira redução ante os 0,42% apresentados em fevereiro


NOTEM QUE EM PORTO ALEGRE CRESCEU BASTANTE!!!!!

Construção

São Paulo - O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou variação de 0,37% em março, uma ligeira redução ante os 0,42% apresentados em fevereiro. No acumulado do ano, o indicador variou 1,46%. Se considerados os últimos 12 meses, a taxa registrada é 7,85%.
O segmento relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,42%. No mês anterior, a taxa foi 0,4% e no período de um ano chegou a 4,09%.
No quesito mão de obra, o índice ficou em 0,32%, variação menor do que os 0,43% encontrados no segundo mês do ano. Nos últimos 12 meses a variação atingiu 11,85%. Nesse item, destaca-se o aumento de salário ocorrido em Salvador, em função da data-base, que chegou a 1,61%. Em Porto Alegre também houve reajuste previsto em acordo coletivo que elevou os salários em 1,47%.
Na análise por capitais, apenas três apresentaram desaceleração no INCC-M de um mês para o outro: Belo Horizonte (1,45% para 0,22%), Recife (0,27% para 0,2%) e Rio de Janeiro (0,58% para 0,23%). Em contrapartida, houve aceleração em Salvador (0,45% para 0,92%), Brasília (0,15% para 0,31%) e Porto Alegre (039% para 0,99%). Já São Paulo repetiu a taxa de variação do mês anterior de 0,2%.
FONTE: AGENCIA BRASIL

Vendas da Gafisa caem pela metade no 1º tri, a R$408 mi


A construtora está implementando a nova estratégia para recuperar as operações prejudicadas principalmente pela Tenda

São Paulo - A Gafisa fechou o primeiro trimestre com vendas contratadas de 408,2 milhões de reais, metade do volume vendido um ano antes, em meio à implementação da nova estratégia da empresa para recuperar as operações prejudicadas principalmente pela Tenda, que não contou com lançamentos no período.
Do total vendido, o segmento Gafisa respondeu pela maior parcela, 317 milhões de reais, seguido por Alphaville, com 182 milhões, sendo que 55 por cento das vendas foram referentes a lançamentos e o restante, a estoques.
Os lançamentos, enquanto isso, somaram 463,7 milhões de reais de janeiro a março, queda de 10 por cento na comparação anual, conforme já havia sido informado pela companhia. O número representa 15 por cento do ponto médio da estimativa para 2012, de 2,7 bilhões a 3,3 bilhões de reais.
No período, a construtora e incorporadora não lançou empreendimentos no segmento Tenda -unidade voltada ao segmento econômico que, desde que foi adquirida pela Gafisa, vem prejudicando os resultados. Dos lançamentos previstos para o ano, Tenda deve responder por no máximo 10 por cento do ponto médio.
De acordo com a nova estratégia, a companhia começou a reduzir o foco geográfico, priorizando mercados em que tem maior controle das operações. No trimestre, os lançamentos do segmento Gafisa ficaram totalmente concentrados em São Paulo.
Com o menor volume de lançamentos, a empresa viu o nível de velocidade de vendas -medido pela relação de venda sobre oferta- cair em mais da metade ante o primeiro trimestre de 2011, para 10,4 por cento.
Se excluída a marca Tenda, a velocidade de vendas no trimestre passado foi de 16,1 por cento, contra 21,6 por cento na relação anual.
Nos três primeiros meses do ano, foram entregues 6.165 unidades, praticamente o dobro das entregas realizadas um ano antes. A meta de entregas para 2012 é de 22 mil a 26 mil unidades, sendo metade do volume equivalente à Tenda.

FONTE: REUTERS

quinta-feira, 1 de março de 2012

VOLUME DE CREDITO IMOBILIARIO CONTRATADO PELO CEF CRESCE MAIS DE 30%

Essas contratações representam crescimento de 30,5% em relação a igual período do ano passado (R$ 8,7 bilhões).

A Caixa Econômica Federal (CEF) contratou mais de R$ 12 bilhões em crédito imobiliário, desde o início do ano até dia 28, segundo dados divulgados quarta-feira (29) pelo banco estatal. Essas contratações representam crescimento de 30,5% em relação a igual período do ano passado (R$ 8,7 bilhões).

No mês passado, a Caixa aplicou na habitação  R$ 2,7 bilhões com recursos da poupança, aumentando de 32,3% para 46,5% a sua participação no mercado imobiliário nessa modalidade. Em relação ao mesmo período de 2011, o crescimento chega a 54% .

A expectativa da CEF em 2012 é ultrapassar R$ 90 bilhões de financiamento em crédito imobiliário. Em 2011, a carteira imobiliária do banco apresentou saldo de R$ 152,9 bilhões, aumento de 41,1% em relação ao registrado no ano anterior. Foram liberados R$ 80,1 bilhões para habitação, valor 5,5% superior ao contratado em 2010.

FONTE: PORTUGAL DIGITAL

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

10 CUIDADOS PARA COMPRAR TERRENO EM LOTEAMENTO


Veja os cuidados e análises necessárias ao comprar um terreno para construção, moradia ou investimento.
O baixo custo de manutenção e a potencial valorização com o passar dos anos tem feito com que o lote tenha se tornado uma das principais formas de investimento, seja para moradia ou como uma alternativa de renda. Porém a decisão de compra deve ser amparada por cuidados básicos para evitar problemas futuros. Confira 10 dicas que irão garantir um bom negócio:

1- O primeiro passo é verificar o histórico da empresa responsável pelo loteamento, pedir referências sobre os loteamentos lançados anteriormente e visitá-los.

2- Escolher um bom empreendimento também depende de verificar sobre quais serviços essenciais estarão instalados, quem irá administrá-los e se o loteamento é fechado ou aberto.

3- Visitar o local onde se deseja adquirir um lote é fundamental para conhecer a infraestrutura das ruas, iluminação, segurança e verificar a demarcação.

4- Confira no Registro de Imóveis o registro do loteamento, as licenças e a aprovação do projeto. É recomendável também verificar informações junto aos órgãos ambientais e prestadores de serviços públicos de água e luz. Sobre a obra, deve-se buscar a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO), que confere um "Selo de Regularidade de Aprovação" às obras regulares.

5- Consulte o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) para verificar sobre a idoneidade da empresa corretora.

6- Loteamentos irregulares não se preocupam muito com o futuro de seus recebimentos. Por isso, antes de concluir o negócio, deve-se verificar quem financia o parcelamento e qual documentação é exigida.

7- Para efetuar o pagamento, o consumidor deve dar a entrada ou sinal com cheque nominal à empresa, além de exigir um recibo de sinal e um contrato que descreva de forma detalhada o empreendimento.

8- É necessário olhar com atenção a documentação do lote. Caso o lote seja irregular a documentação irá denunciar se ele está instalado próximo a áreas de mananciais ou de proteção ambiental.

9- Duvide dos preços baixíssimos, isso pode significar que o terreno está sendo colocado em nome de uma associação de moradores e/ou uma quota irregular vendida.

10- Uma das principais prioridades é verificar a matrícula individual do lote, que garante ao proprietário que aquilo não é fruto de uma ocupação irregular. Essa conferência pode evitar 95% dos problemas que podem ser descobertos com a compra de terrenos.

Retorno sobre investimento

Para quem adquire um lote, são inúmeras as opções que geram bons retornos. "O investidor pode aguardar a valorização do lote e vendê-lo a preços bem maiores. No caso de lotes fora dos condomínios, pode construir um imóvel residencial e alugar, ou um galpão para empreender um novo negócio, obtendo uma renda complementar", explica Marco Tulio Silva, diretor de vendas da loteadora Gran Viver.

Seja qual for a opção de investimento, a pessoa deve analisar o crescimento da vizinhança, o comércio, transporte público, o acesso para a região, a qualidade das construções do entorno, dentre outros fatores que irão determinar sua valorização. "O lote não tem grandes custos de manutenção, é simples e barato de manter. O tempo é seu grande aliado, diferente de outros bens móveis, como, por exemplo, carros, que desvalorizam com o passar dos anos. Além disso, um lote não sofre com crises econômicas, aquecimento global ou mudanças de governo", defende Silva.

fonte: imovelweb