segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Preços dos aluguéis sobem mais do que a inflação em Porto Alegre



Zero Hora / RS, Tássia Kastner
Oferta de unidades para locação encolheu 12% em cinco anos na Capital

Os 2,2 mil imóveis residenciais disponíveis para locação na Capital estão, em média, 14,35% mais caros do que há um ano, de acordo com o Sindicato da Habitação no Estado (Secovi-RS).

O índice é quase o dobro dos percentuais que medem a inflação e que são utilizados para reajustar os contratos de aluguéis.

O IGP-M, medido pela Fundação Getulio Vargas e que é o indicador mais comum para reajustar aluguéis, acumula alta de 7,46% em 12 meses.

Na prática, o aluguel geralmente corresponde a 0,5% do valor da unidade. Como os imóveis passaram por uma grande valorização nos últimos anos, essa proporção está chegando agora ao inquilino.

Em Porto Alegre, a escassez de unidades é outra das razões que pesam contra os locatários: há 12% menos unidades disponíveis na Capital do que há cinco anos. Com a demanda aquecida, a tendência é de alta nos preços.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

AUMENTA RENDA PARA COMPRAR IMÓVEIS COM JUROS MENORES


Folha / SP, Paula Cabrera - Agora
As famílias com renda de até R$ 5.400 já podem financiar um imóvel usado, de até R$ 170 mil, com juros de 8,16% ao ano, pelo programa Carta de Crédito FGTS. A Caixa Econômica Federal adaptou o simulador on-line para a faixa de renda e diz que as agências estão preparadas para receber a nova procura, que antes era dirigida à famílias com ganhos de até R$ 4.900.

A faixa de renda para participar do programa Minha Casa, Minha Vida também foi ampliada para rendimentos de até R$ 5.000. Pela nova regra, as famílias vão poder financiar imóveis novos de até R$ 170 mil também com a taxa de juros de 8,16%.

Com as mudanças, quem se encaixa nessa faixa de rendimentos vai poder pagar cerca de R$ 260 a menos por mês na parcela da casa própria, segundo especialistas. Isso porque as taxas de juros caem, nas duas modalidades, de 10,5% para 8,16%.

O governo também publicou anteontem (6) portaria no "Diário Oficial da União" que permite que as famílias com ganhos de até R$ 3.100 entrem no Minha Casa para financiar com juros de 5,5% ao ano e subsídio (desconto) de até 30% no valor do imóvel.

Outra mudança anunciada ontem é a de que o governo vai dividir com o FGTS o dinheiro para bancar as novas moradias. Agora, a União vai pagar até 17,5% do subsídio, e a diferença no desconto será paga pelo Fundo Garantidor do FGTS.

INFLAÇÃO REGISTRA NOVA ALTA NA PRIMEIRA SEMANA DE SETEMBRO E FICA EM 0,74%



UOL, 
A variação de preços medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) registrou novamente inflação mais intensa, 0,74% na primeira semana de setembro. O percentual é 0,34 ponto percentual superior do que o registrado na última semana, encerrada no dia 31 de agosto, de 0,40%.

O índice, calculado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e divulgado nesta quinta-feira (8), aponta que, dentre os sete grupos analisados, cinco apresentaram aumento em suas taxas de variação e apenas dois decréscimo.

O principal responsável pelo resultado geral do IPC-S foi a variação dos preços dos produtos e serviços que constituem o grupo Alimentação. No caso, a variação passou de 0,80% para 1,76%.

As principais contribuições foram dos itens: frutas (7,47% para 13,77%) e hortaliças e legumes (-4,15% para -1,49%).

Outros grupos
Também contribuíram para o aumtno de preços as variações dos grupos: Vestuário (-0,33% para 0,70%), Transportes (de 0,11% para 0,16%), Habitação (0,38% para 0,39%) e Educação, Leitura e Recreação (0,19% para 0,25%). Para estas classes de despesa vale mencionar o comportamento dos itens roupas (-0,33% para 0,88%), seguro facultativo para veículos (-1,05% para -0,19%), profissional para reparos de residência (0,40% para 0,57%) e passagem aérea (-0,94% para 2,30%), respectivamente.

Em compensação, Saúde e Cuidados Pessoais (0,46% para 0,42%) e Despesas Diversas (-0,04% para -0,10%) registraram decréscimo em suas taxas de variação. As principais influências para estes movimentos partiram dos itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (0,57% para 0,23%) e alimento para animais domésticos (-2,02% para -2,92%), nesta ordem.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

GRAND PARK EUCALIPTOS

LANÇAMENTO IMOBILIÁRIO


Senhores, Vem ai o Lançamento do Ano no Bairro Menino Deus em Porto Alegre


Localizado no coração do bairro Menino Deus, na área do antigo estádio Eucaliptos, surge um empreendimento que propõe uma vida com conforto e qualidade. Com uma grande área de lazer, o empreendimento atende a demanda em um dos bairros mais nobres e tradicionais de Porto Alegre


Aptos de 3 e 4 Dormitórios com Total Infraestrutura

Plantas a partir de 99m² até 158m²

Empreendimento Melnick Even

Qualquer coisa, estou a disposição




PLANTA DE 158M³ COM 4 DORMITÓRIOS + 3 VAGAS DE GARAGEM

PLANTA DE 99M² COM 3 DORMITÓRIOS E 2 VAGAS DE GARAGEM







miletto@duplomimoveis.com.br


RETORNO DE IMOVEL COMERCIAL É DE 5% NO TRIMESTRE


Retorno de imóvel comercial é de 5% no trimestre.

A taxa de retorno de investimentos em imóveis comerciais no Brasil no primeiro trimestre foi de 5% em relação ao último trimestre do ano passado, de acordo com o Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C), divulgado hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em fevereiro, quando o indicador foi lançado, a FGV informou a série histórica dos últimos dez anos do índice e, hoje, apresenta o seu primeiro levantamento trimestral.
Para o cálculo do indicador, os pesquisadores reuniram despesas operacionais, receitas totais, investimentos e vendas de imóveis, fornecidos por um grupo de empresas dos setores financeiro e imobiliário e de fundos de pensão, que são parceiros. O universo da pesquisa foi de 212 imóveis, entre escritórios comerciais, shopping centers, estabelecimentos comerciais, hotéis, imóveis industriais e de logística distribuídos em todo o País. A maior concentração desses imóveis, porém, está em São Paulo (37% do total) e no Rio de Janeiro (26%).
A partir desses dados foi mensurada a taxa de retorno do capital investido, que no primeiro trimestre ficou em 3,2%, e a taxa de retorno de renda (receita com aluguel, por exemplo), que aumentou 1,8%. Com a combinação desses dois resultados se obtém o IGMI-C de 5%.
Nesta edição, o universo da pesquisa foi ampliado, uma vez que no lançamento, o índice contava com 190 imóveis. Por isso, as informações do quarto trimestre foram atualizadas. “A ampliação da amostra não gerou mudanças no índice, apenas uma atualização dos números do trimestre anterior na série histórica, mas o objetivo é não promover mais revisões”, explica Paulo Picchetti, pesquisador responsável pelo levantamento.
Pelo índice anualizado, entre janeiro e março a taxa de retorno medida pelo IGMI-C ficou em 23,7%. Segundo a série histórica, no ano de 2010 a rentabilidade de empreendimentos comerciais foi de 25,5%, e superou 600% na década.
Com periodicidade trimestral, o IGMI-C pretende retratar da forma mais abrangente possível a evolução da valorização dos preços e dos rendimentos de imóveis comerciais em todo o País. “Por ser um indicador novo estamos longe de ter um modelo de projeções, ainda não temos como apontar tendências. Nosso objetivo por enquanto é criar uma medida que não existia”, afirma Picchetti. Com relação aos imóveis residenciais, o pesquisador revela que os estudos prosseguem e a expectativa é de que seja lançado um indicador específico para o segmento já no próximo ano.
Fonte: Estadão (Fabiana Holtz)